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Tratamento Cirúrgico da Vesícula Biliar

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TRATAMENTO CIRÚRGICO
A colecistectomia videolaparoscópica é uma técnica relativamente recente para realização desse procedimento. Foi realizada pela primeira vez em 1987 na França e desde então se tornou o procedimento padrão para esse tipo de operação.

Essa nova técnica cirúrgica faz a retirada da vesícula biliar a partir de três a quatro pequenos furos no abdome. Através desses orifícios são introduzidos instrumentos que permitem a realização do procedimento. Um deles carrega uma minúscula câmera que envia imagem para um aparelho de TV que ajuda a guiar o cirurgião.

A colecistectomia videolaparoscópica reduziu significativamente a dor após a cirurgia além de permitir que os pacientes recebessem alta 24h após o procedimento e pudessem voltar às atividades normais uma semana após a operação.

Todo ano mais de 500.000 norte-americanos fazem a cirurgia da vesícula biliar.

COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS
Sabe-se que as complicações ocorridas durante a realização da cirurgia videolaparoscópica (VLP) estão, na maioria das vezes, associadas a procedimentos de simples execução como é o caso da colecistectomia. Isso ocorre em virtude de tais procedimentos serem realizados ainda na fase inicial de treinamento dos cirurgiões que, por não estarem aptos à realização de procedimentos mais elaborados, têm a sua experiência inicial baseada em cirurgias de menor porte. Conforme vai se familiarizando com o método, o cirurgião passa a executá-lo de maneira mais metódica, o que é requisito fundamental na prevenção das complicações mais frequentes.

Os índices de complicações da colecistectomia VLP atualmente, já se igualam, ou mesmo se encontram em níveis inferiores aos da colecistectomia por laparotomia, estando relacionados à experiência do cirurgião e à evolução dos materiais e acessórios utilizados que a cada dia facilitam mais a execução de tal procedimento. 

A profilaxia das complicações parece estar intimamente relacionada a uma normatização dos padrões técnicos, não só de treinamento, como também da execução dos procedimentos cirúrgicos, que exige, dentre outras coisas, uma relação harmônica entre os componentes da equipe.

Por serem consideradas, na sua maioria, lesões graves, as lesões ocorridas durante a colecistectomia VLP devem ser prontamente identificadas e corrigidas.